domingo, 3 de junho de 2018

Começou a valer nesta sexta-feira (1º) as novas regras para o cartão de crédito.

 Começou a valer nesta sexta-feira (1º) as novas regras para o cartão de crédito. As medidas foram aprovadas no fim de abril pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) e buscam diminuir as taxas de juros cobradas nessa modalidade de crédito.
A principal mudança foi o fim da regra que fixava o pagamento mínimo das faturas em 15% do valor total. A partir de agora, cada banco ou empresa (lojistas e empresas de seguro, por exemplo, que também emitem cartões) poderá definir um percentual de pagamento mínimo para cada cliente, de acordo com o perfil dele e relacionamento com a instituição.
Também acabou a possibilidade de cobrança de duas taxas de juros diferentes para quem deixa de pagar a fatura total: a do rotativo regular e a do rotativo não regular. Os juros do rotativo regular, mais baixos, são cobrados daqueles clientes que quitam pelo menos o pagamento mínimo de uma fatura. Já os juros do rotativo não regular, mais altos, são aplicados pelos bancos àqueles clientes que pagam menos que o mínimo ou não pagam a fatura, e ficam inadimplentes.
De acordo com o BC (Banco Central), no mês de março a taxa média do rotativo regular foi de 10,8% ao mês e a do rotativo não regular, de 14,3% ao mês. A partir de agora, os bancos poderão cobrar apenas uma taxa, a do rotativo regular, definida em contrato. Em caso de inadimplência, o CMN autorizou ainda a aplicação de juros de mora e multa.
As novas regras foram anunciadas um ano após o governo divulgar as primeiras mudanças nas normas para uso dos cartões. Na época, a principal medida foi o fim da possibilidade de os consumidores pagarem o valor mínimo das faturas por vários meses seguidos. Desde então, é possível entrar no rotativo apenas em um mês. No mês seguinte, o cliente é obrigado a pagar o saldo total da fatura. Caso não consiga, o banco é obrigado a oferecer a ele o parcelamento do débito em linhas de crédito com juros mais baixos do que os do cartão.
CPI
A CPI dos Cartões de Crédito ouviu em audiência pública, na quarta-feira (30), representantes de bancos públicos e privados sobre as taxas de juros cobradas em operações com cartões. A ideia era entender o mercado pela ótica dos emissores de crédito.
Segundo o diretor-executivo de cartões e meios de pagamento da Caixa Econômica Federal, Márcio Vieira Recalde, as taxas estão menores desde que os bancos adotaram o novo modelo de crédito rotativo e parcelado. “Garanto que o juro efetivo cobrado tanto no rotativo quanto no parcelado está muito distante dos 200%. Quando nós aplicamos isso pela regra de composição de juros desde a data de vencimento da fatura até o pagamento, esses juros são muito inferiores”, garantiu.
Já o presidente da Federação Brasileira dos Bancos, Murilo Portugal, explicou que os juros são compostos por diferentes itens e, por isso, não podem ser reduzidos somente com base na taxa Selic. “Se a taxa Selic fosse o único componente da taxa final de juros, era razoável esperar essa proporcionalidade, mas ela afeta apenas um dos dois componentes finais de juros, que é a taxa de captação dos bancos. Não afeta diretamente o spread bancário.”
O relator da CPI, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), considerou que as taxas cobradas pelos bancos são abusivas: “O que nos chama a atenção é que a concentração bancária que se verifica no Brasil não é diferente do nível de concentração bancária que ocorre em outros países do mundo. O que não dá para entender é que o Brasil produza práticas de cobranças e spreads bancários e de taxas de juros que alcançam taxas de até 1000% ao ano”.

Nos anos 1990, o presidenciável Jair Bolsonaro defendeu um novo golpe militar no Brasil


Líder das intenções de voto para a Presidência da República nos cenários sem Lula, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL) defendeu um novo golpe militar no Brasil nos anos 1990. Em entrevistas, reuniões e discurso no plenário da Câmara, ele afirmou, na ocasião, não acreditar em solução para o Brasil por meio do voto popular.
Na época, a Câmara dos Deputados chegou a enviar uma representação ao STF (Supremo Tribunal Federal), mas ela não prosperou. Em entrevistas atuais, Bolsonaro adota um discurso oposto. “Nunca falei a palavra intervenção. Se um dia o militar chegar ao poder, será através do voto”, afirmou.
Em entrevista ao programa Câmera Aberta há 19 anos, Bolsonaro foi questionado se ele fecharia o Congresso Nacional se fosse presidente da República. “Não há a menor dúvida, daria golpe no mesmo dia! Não funciona! E tenho certeza de que pelo menos 90% da população ia fazer festa, ia bater palma, porque não funciona. O Congresso hoje em dia não serve para nada, só vota o que o presidente quer. Se ele é a pessoa que decide, que manda, que tripudia em cima do Congresso, dê logo o golpe, parte logo para a ditadura”, afirmou.
“Através do voto você não vai mudar nada nesse País, nada, absolutamente nada! Só vai mudar, infelizmente, no dia em que partir para uma guerra civil aqui dentro, e fazendo o trabalho que o regime militar não fez. Matando uns 30 mil, começando pelo FHC, não deixar ele para fora não, matando! Se vai morrer alguns inocentes, tudo bem, tudo quanto é guerra morre inocente”, disse.
Diante da repercussão do caso e da ameaça de cassação, Bolsonaro deu uma nova entrevista semanas depois ao mesmo programa dizendo ter sofrido um “massacre”. Evitou repetir as declarações: “Não vou voltar a pregar isso aí, dei o meu recado”. Seis anos antes, Bolsonaro já havia pregado a ruptura institucional, dessa vez em reuniões com militares nos Estados da Bahia e do Rio Grande do Sul e em discursos no plenário da Câmara dos Deputados.
Na ocasião, a imprensa noticiou a sua defesa da volta da ditadura. Em discurso no plenário, ele afirmou que não desmentia nenhuma das publicações. E acrescentou: “Sou a favor sim de uma ditadura, de um regime de exceção, desde que esse Congresso Nacional dê mais um passo rumo ao abismo, que no meu entender está muito próximo”.
Evangélicos
Bolsonaro terá de ajustar seu discurso para conquistar mais evangélicos, disse o apóstolo Estevam Hernandes, líder da Igreja Renascer e organizador da Marcha Para Jesus em São Paulo. “Alguns posicionamentos dele podem fazer com que realmente ganhe a simpatia dos evangélicos. Agora, existem outros que são antagônicos com os valores cristãos, como a força, talvez o ódio, algumas coisas mais extremistas”, afirmou Hernandes. Ainda assim, o líder acredita que atualmente o parlamentar carioca atrai boa parte do eleitorado cristão.

sábado, 2 de junho de 2018

É do Baú-Cavalo Amarelo (Rede Bandeirantes)



Cavalo Amarelo foi uma telenovela brasileira produzida pela Rede Bandeirantes e exibida de junho a novembro de 1980 às 19h. Escrita por Ivani Ribeiro e dirigida por Henrique Martins e David José, com supervisão de Walter Avancini.

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Trama 

As desventuras da vida de Dulcinéa, uma ex-vedete do teatro rebolado, às voltas com a perspectiva de perder seu teatro, o Mambembe, cujo prédio pertence a uma família rica e tradicional, os Maldonado. Eles vivem liderados pelo patriarca Salvador Maldonado, que manda em todos os filhos, ainda que já sejam adultos. Um deles, Téo, é noivo de Maria do Carmo, embora ame mesmo Pepita, sobrinha de Dulcinéa. A morte do velho Maldonado inicia a disputa pela herança e traz à tona um segredo: ele era pai de seu fiel empregado Zeca.

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Elenco 

Mariana Godoy recebeu em seu Mariana Godoy Entrevista desta sexta-feira (1º) o ator Fulvio Stefanini.

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Durante conversa, Fulvio falou da situação da dramaturgia atualmente e comenta a falta de papeis para atores mais velhos. “Isso é complicado porque não há muitos personagens para atores de mais idade. Geralmente os conflitos acontecem entre os 30 e 50 anos. São as idades em que as coisas realmente acontecem na vida, problemas com a família, com os filhos, problemas econômicos, então tem muito texto para atores dessa idade e isso não é uma coisa brasileira, é algo no mundo inteiro”, compartilhou ele.
Ainda sobre o assunto, Fulvio, que possui mais de 60 anos de carreira, ressalta as oportunidades que o teatro traz: “A gente vê notícias de atores famosíssimos que reclamam que não têm papel. Claro que existem algumas peças que tem atores mais velhos e geralmente esses personagens são escritos para a idade. Isso é fantástico”.
Atualmente em cartaz com a peça O Pai, o ator defende o ofício e explica porque o valor dos ingressos não são geralmente tão caros. “Hoje em dia o teatro está barato porque as outras coisas ficaram caras e ele manteve um preço acessível. O teatro é de quem ama teatro”, afirmou.
Ao falar sobre algum trabalho que gostaria de ter participado, mas não pôde, Fulvio relembra o filme Dona Flor e Seus Dois Maridos, feito em 1976 e baseado na obra do escritor Jorge Amado. “Eu não pude fazer e quem acabou fazendo foi o Zé Wilker. Na época fui convidado e não pude porque estava gravando uma novela. Ele seria feito no Bahia e não pude ir, mas o Zé fez maravilhosamente bem, até melhor do que eu faria”, disse.
Apresentado por Mariana Godoy, o Mariana Godoy Entrevista vai ao ar às sextas-feiras, às 23h, pela RedeTV!.
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A Band, esse ano, optou por não fazer a velha parceria com a Globo para a transmissão da Copa do Mundo.

O repórter Fernando Fernandes (Foto: Reprodução/Band)

Fernando Fernandes (Foto: Reprodução/Band)
A decisão é resultado do momento financeiro do canal, que há alguns anos também abriu mão da transmissão do Campeonato Brasileiro.De acordo com o jornalista Flávio Ricco, a emissora tomou outra decisão importante sobre o mundial. É que são remotas as chances do canal escolher algum repórter que está no Brasil para cobrir a Copa em Moscou, na Rússia. Fernando Fernandes era o mais cotado para a viagem, o que não se concretizou.Só existe uma certeza quanto ao assunto: o repórter Felipe Kieling irá se deslocar de Londres para a capital russa às vésperas da Copa. Ainda sobre a Band, o canal planejava fazer uma reunião nesta semana para decidir o futuro da transmissão. A semana passou, e nada da reunião.A Band promoveu mais uma alteração em sua grade de programação nos últimos meses. É que o canal estreou o tão aguardado Agora é Com Datena nas suas tardes de domingo.
E o canal foi surpreendido com os excelentes índices de audiência registrados pela atração no último domingo. É que o programa dedicou boa parte do tempo para a cobertura da greve dos caminhoneiros em todo o país, o que atraiu o público.
De acordo com o jornalista Flávio Ricco, não será nenhuma surpresa se o programa aumentar a sua carga de jornalismo nos próximos programas.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

Greve de caminhoneiros turbina a audiência da GloboNews


Enquanto na TV aberta, a Record TV turbinou seus índices, na TV paga quem está prendendo a atenção do telespectador é a GloboNews. Segundo Patrícia Kogut (O Globo), o canal do Grupo Globo, liderou a audiência da TV paga no sábado e no domingo.
A GloboNews teve um crescimento de 214% em comparação com os quatro finais de semana anteriores. No sábado, a média foi de 214 mil telespectadores. No domingo, 279 mil.

DJ Alok e Gretchen são os convidados do Programa da Sabrina

Foto: Divulgação/Record TVUm dos DJs mais aclamados do cenário musical, Alok figura entre os artistas obrigatórios na playlist das principais festas do Brasil e do mundo. E é justamente esse clima de balada que o famoso vai levar ao palco do Programa da Sabrina deste sábado, 02/06, ao tocar alguns de seus sucessos.
Além de colocar a galera para dançar, Alok bate um papo com a apresentadora e ainda confere o resultado da Prova da Maquiagem, brincadeira que contará com a participação dos casais Mirella Santos e Wellington Muniz, o Ceará, e Gretchen e Carlos Marques. A rainha do rebolado, aliás, completa a badalação ao cantar seus hits.
O quarteto se diverte também com as trapalhadas de Rodrigo Capella e Gugu Liberado, personagem de Robson Bailarino, no quadro Vitrine Musical, e cai na risada ao acompanhar a tentativa da plateia de adivinhar quais notícias são verdadeiras no Japa News.  A competição é acirrada, mas a alegria e o bom-humor dos convidados tomam conta do estúdio. Está pura animação!
E tem também uma matéria super especial com os melhores momentos da viagem que Sabrina fez para o Marrocos com muitas curiosidades sobre os costumes daquele país.
O Programa da Sabrina vai ao ar aos sábados, a partir das 22h15, e tem direção geral de Rita Fonseca.